Formuladoras de combustíveis: regulação deve proteger consumidor brasileiro

O mercado de combustíveis enfrenta um desafio além da concorrência: brechas regulatórias e decisões excepcionais sustentam operações de alto risco. Autorizações monocráticas não podem substituir critérios técnicos.
O caso das formuladoras de gasolina e diesel ilustra esse problema. Criada para ampliar a oferta de combustíveis, a atividade passou a apresentar vulnerabilidades que levaram a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP ) a recomendar, em julho, sua descontinuação nos moldes atuais. Segundo a agência, os formuladores chegaram a representar cerca de 4% da produção de gasolina A, e a suspensão cautelar, vigente desde 2025, não causou impacto relevante no abastecimento.



